O governador da Bahia Jaques Wagner anunciou na manhã desta segunda-feira (3) que a Bahia vai entrar no horário de verão entre os dias 16 de outubro deste ano e 26 de fevereiro de 2012. O estado estava há oito anos sem aderir à mudança no horário.
Semana passada, Wagner disse que esperava o resultado de um estudo para anunciar a decisão. "Eu mandei fazer um levantamento para analisar, dia por dia, o horário do nascer do sol do período do chamado ‘horário de verão’ e para minha surpresa em geral ele acontece 45 a 47 minutos mais cedo aqui na Bahia. Então, a interferência é praticamente nenhuma no período do horário de verão. O decreto tinha que impor um horário único de verão porque é uma atrapalhação. Banco fecha mais cedo, abre mais tarde", ressaltou o governador na ocasião.
Globo.com
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Presidente do Corinthians diz que ele e Lula fizeram o Itaquerão
O presidente do Corinthians, Andres Sanchez, disse que o estádio do Corinthians, o Itaquerão, está sendo construído graças ao seu empenho e ao do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista para a revista "Época" que chegou às bancas neste sábado. O cartola afirma que o gasto da arena deve ser maior que R$ 1 bilhão e que a história poderia ficar "difícil para o Lula".
Nissan anuncia investimentos e quer dobrar presença no Brasil em 5 anos
O presidente mundial da Renault/Nissan, Carlos Ghosn, afirmou neste sábado (1º) que o grupo pretende dobrar sua presença no cenário nacional. O grupo tem hoje uma fatia de 6,5% do mercado brasileiro e tem como meta chegar a 13% até 2016.
PR quer ministério para voltar à base aliada
O PR pediu ao governo um ministério como condição para voltar oficialmente à base aliada do governo Dilma Rousseff. O pleito foi apresentado na quarta-feira (28) pela bancada do PR no Senado em conversa com as ministras Gleisi Hoffman (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais).
Ao menos 3.000 vereadores serão eleitos a mais em 2012, diz CNM
As eleições municipais de 2012 vão eleger entre 3.000 e 8.000 vereadores a mais que o pleito realizado há quatro anos.
Os dados são resultado de uma pesquisa realizada pela CNM (Confederação Nacional dos Municípios) em 87,7% das 2.153 cidades que já decidiram pelo aumento no número de vereadores. Os detalhes da pesquisa serão divulgados na próxima segunda-feira (3), em Porto Alegre (RS).
O acréscimo de cadeiras nas Câmaras Municipais foi possível depois da aprovação da emenda constitucional 58, em setembro de 2009, que estabelece o número máximo de vereadores de acordo com a população de cada município apurada no Censo Demográfico de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Foram criadas 24 faixas para definir a quantidade de vereadores: os municípios com até 15 mil habitantes podem ter até nove cadeiras, enquanto os municípios com mais de 8 milhões de moradores podem ter até 55.
O aumento de vagas, porém, não é obrigatório e tem de ser decidido pela própria Câmara. Apesar do acréscimo de cadeiras no país, os percentuais máximos das receitas que os municípios podem repassar aos Legislativos foram reduzidos.
Um das cidades que decidiram pelo aumento de vereadores foi Maceió (AL). No começo do mês, a Câmara aprovou passar das atuais 21 cadeiras para 31 em 2013 --número máximo permitido para os 932 mil habitantes da capital alagoana.
No caso de Maceió, o atual presidente da Casa propôs aos vereadores congelarem seus salários ou reduzir o número de cargos comissionados à disposição de cada vereador de 17 para 10.
Entre as justificativas dos que defendem o aumento de vereadores está a de maior representatividade da população. No entanto, em algumas cidades, a pressão popular contra a emenda tem feito com que a proposta não seja adotada.
Em Arapoti (253 km de Curitiba), cidade com 26 mil habitantes e que teria direito a 11 cadeiras, um projeto de lei aprovado em setembro estabelece que o número atual de nove vereadores seja mantido até 2016.
"Cada município deve avaliar as suas necessidades e definir, de modo consciente e dentro dos limites legais, a quantidade de vereadores", disse o presidente da Câmara de Arapoti, Silvio Lara (PSDB).
Fonte: Folha.com
Os dados são resultado de uma pesquisa realizada pela CNM (Confederação Nacional dos Municípios) em 87,7% das 2.153 cidades que já decidiram pelo aumento no número de vereadores. Os detalhes da pesquisa serão divulgados na próxima segunda-feira (3), em Porto Alegre (RS).
O acréscimo de cadeiras nas Câmaras Municipais foi possível depois da aprovação da emenda constitucional 58, em setembro de 2009, que estabelece o número máximo de vereadores de acordo com a população de cada município apurada no Censo Demográfico de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Foram criadas 24 faixas para definir a quantidade de vereadores: os municípios com até 15 mil habitantes podem ter até nove cadeiras, enquanto os municípios com mais de 8 milhões de moradores podem ter até 55.
O aumento de vagas, porém, não é obrigatório e tem de ser decidido pela própria Câmara. Apesar do acréscimo de cadeiras no país, os percentuais máximos das receitas que os municípios podem repassar aos Legislativos foram reduzidos.
Um das cidades que decidiram pelo aumento de vereadores foi Maceió (AL). No começo do mês, a Câmara aprovou passar das atuais 21 cadeiras para 31 em 2013 --número máximo permitido para os 932 mil habitantes da capital alagoana.
No caso de Maceió, o atual presidente da Casa propôs aos vereadores congelarem seus salários ou reduzir o número de cargos comissionados à disposição de cada vereador de 17 para 10.
Entre as justificativas dos que defendem o aumento de vereadores está a de maior representatividade da população. No entanto, em algumas cidades, a pressão popular contra a emenda tem feito com que a proposta não seja adotada.
Em Arapoti (253 km de Curitiba), cidade com 26 mil habitantes e que teria direito a 11 cadeiras, um projeto de lei aprovado em setembro estabelece que o número atual de nove vereadores seja mantido até 2016.
"Cada município deve avaliar as suas necessidades e definir, de modo consciente e dentro dos limites legais, a quantidade de vereadores", disse o presidente da Câmara de Arapoti, Silvio Lara (PSDB).
Fonte: Folha.com
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